Nota rápida do dia (após chegar de BH exausto): Google lança Project Host, para hospedar projetos livre.
Aviso do dia: quem assina o feed do site leva de brinde tudo o que posto no meu del.icio.us. Tem coisas bem bacanas lá :)
Nota rápida do dia (após chegar de BH exausto): Google lança Project Host, para hospedar projetos livre.
Aviso do dia: quem assina o feed do site leva de brinde tudo o que posto no meu del.icio.us. Tem coisas bem bacanas lá :)
O Exposé é um recurso encontrado no Mac OS X que permite acessar uma janela aberta com apenas um tecla de atalho. Seria, portanto, um ALT+Tab melhorado (e mais estiloso).
Estou falando do Exposé do Mac OS para falar de um browser que também conta com esse recurso: o Shiira. Um browser não muito conhecido, o Shiira é leve e bastante eficiente, prometendo manipular, por exemplo, os Favoritos do Safari e Firefox.
Entre outros features, ele tem suporte ao idioma japonês nativamente, um leitor de feed interno (que avisa no dock quantos feeds não lidos!) e um projeto chamado Shiira Mini, que nada mais é do que um widget para o dashboard. Vale a pena experimentá-lo.
Mais do Mesmo:
Um completo review do Shiira
Comparativo entre browsers do Mac OS
Procurando um módulo fácil de executar ASP no Windows? Fica a dica: Baby Web Server. É um mini servidor, com estatísticas e que dispensa o uso do burocrático IIS.
Hoje, testei a nova (nova?) versão do WS_FTP. Sempre que ouvia falar desse cliente, ficara apavorado por lembrar da versão old school, com uma interface horrorosa e textos em Courier New (urgh!).
A versão, 2007, conta com um agradável recurso que ainda não tinha percebido nos clientes de FTP para Windows, que é o de arrastar-soltar arquivos, de uma pasta qualquer, para dentro do software (antes, tinha observado esse recurso só no Transmit, do Mac OS).
Além disso, o software detectou o problemático proxy que tenho na empresa (outra briga que tenho ao instalar softwares aqui). E conta com outros agradáveis recursos, como thumbnails nos diretórios remotos e sincronização de arquivos.
Outros clientes que também me chamam a atenção é o Crystal FTP e Filezilla. Esse último, opensource.
Como ninguém pensou nisso antes?
1) Toda uma API completa para desenvolvimento.
2) Ferramentas para upload de imagem no Windows, Mac e Linux.
3) Possibilidade de liberar espaço/banda do seu host.
Ah se eu ainda tivesse meu site de foto de baladas…
Nunca a Apple pegou tão pesado em campanhas de migração.
Pesquise “switch“, no Google. A primeira ocorrência? Site da campanha “Get a Mac“, que leva comerciais, como o abaixo, para TVs americanas.
Outras campanhas, legendadas:
Redes
Melhor
iLife
Wall Street Jornal
O que também me chamou a atenção, pescado do Meio Bit:
a) Deu pau
b) Travou
c) Te fez ficar com vontade de esmagar a tela com uma marreta
d) Todas as respostas acima
Web2.0 é um termo da moda. Hoje, não existem mais sites "em construção" mas sim sites "beta", "alpha" ou até mesmo "gamma". Mas o que significa Web2.0?
O rótulo "Web2.0" surgiu em 2005, pelas mãos do Tim O'Reilly. A grosso modo, significa reforçar o conceito social da Internet, que seria de troca de informações e colaboração dos usuários, nos mais diversos serviços. É a exaltação da simplicidade e a glorificação do conteúdo. Navegar não é mais um tormento e tudo gira em torno do usuário e de seus hábitos. Mas, e o conteúdo? O conteúdo chega a mim e não existe mais a via crucis da busca, porque notícias, fotos e mensagens chegam por RSS.
Repito, a simplicidade e o conteúdo estão em primeiro lugar. Isso significa que algumas coisas da tal "web1.0" irão desaparecer, pela simples teoria da seleção natural: O que é bom sobrevive e o que é ruim morre (ou melhor, não terá visita alguma). Hotsites inteiros em Flash, confusos, com Splash Screens são algo que tendem a desaparecer. Hoje, mais do que nunca, não quero mais aprender a navegar na Internet. A simplicidade dos recursos do HTML, atrelados ao poder do CSS e do Javascript criam um novo poder ao usuário. Exemplos: Gmail - acessível do meu celular, em qualquer browser, sem nenhum plugin adicional e com uma "cara sem-graça", para alguns designers. É essa exaltação da simplicidade que o faz funcional. Webdesign não significa repetir na Internet uma experiência do design gráfico.
DoubleClick » Google AdSense
Akamai » BitTorrent
mp3.com » Napster
Britannica Online » Wikipedia
content management systems » wikis
domain name speculation » search engine optimization
directories (taxonomy) » tagging ("folksonomy")
Mais comparações no artigo What Is Web 2.0
Publicidade: saem os anúncios coloridos e entram links HTML. Os tais links do AdSense conseguem ser muito mais eficientes, já que variam, de acordo com o contexto da página.
Downloads: saem sites e entram protocolos. BitTorrent, Napster e companhia provam que é a união quem a faz a força.
Enciclopédia e Gerenciadores de Conteúdo: novamente um conceito de compartilhamento. Usuários como eu e você definem o que está no Wikipedia, a maior enciclopédia do mundo.
Especulação de domínios: domínios chegam a custar milhões de dólares. Hoje, uma política de otimização em sites de busca garante um mesmo retorno.
Diretórios versus Etiquetamento: O etiquetamento é uma forma mais eficiente de classificar algum conteúdo. Exemplo: novamente Gmail. Nesse webmail, você não fica preso ao conceito de Pastas. Você pode atribuir várias etiquetas para uma mesma mensagem. Consequência? Melhor organização e agilidade para encontrar informações.
Well, para terminar basta resumir o que todo Web2.0 é: uma aplicação online, gratuita, de alta qualidade e que simplesmente coloca o conteúdo em primeiro lugar. Exemplos estão em todo lugar.
Minha experiência com o Bradesco é péssima. Primeiro pelas agências. Sempre lotadas, com ar-condicionado estragado, caixas eletrônicos que não funcionam. Enfim, ir ao banco é pior do que ir para uma guerra.
Então, penso: Vou usar o Internet Banking. Vamos lá:
No meu Mac, Internet Banking do Bradesco não funciona. Segundo o site, para Mac, requer Netscape. Mas, o que é Netscape?
Vou para o PC, com Windows (Não vou ser louco de tentar acessar pelo Linux). No Firefox, o site carregaria, senão fosse um applet Java para o teclado virtual. Instalo o Java.
Aparentemente agora funciona. Mas antes de tudo, eu tenho que adivinhar qual o formato do número da minha conta. Oras, o formato da Conta Corrente deles é assim: 12345-0, mas para a Internet você tem que enfiar alguns zeros antes, ficando assim: 0012345-0. Tudo bem.
Passada a frustação de tudo isso, vou para a parte da senha. Digito minha senha usando o teclado virtual em Java deles e aí o sistema me faz uma pergunta secreta, cuja resposta é uma frase de, no mínimo, 12 caracteres. O problema é que sempre esqueço a maldita resposta. Mas isso pode ser contornado. Basta eu usar meu CPF como resposta, ao invez da frase. Mas, além de usar meu CPF, tenho que confirmar minha data de nascimento e o nome do meu pai (ou da minha mãe, é aleatório). Se não bastasse, depois de tudo isso, ainda tenho que criar uma resposta novamente, pois eles insistem em usar a maldita frase.
Depois de uns 15 minutos perdidos, finalmente consigo ter acesso a minha conta. Numa popup minúscula para não estragar o layout deles, é claro.
Dicas para complicar a navegação
1) Campos de formulário sem explicação
2) Applets Java que poderiam ser substituidos por JS (vide o Banco Real)
3) Popups minúsculos
[update] Recebi uma resposta do Bradesco. Eles não mostraram a menor boa vontade em melhorar o sistema. Provavelmente, minhas críticas pararam no setor de comunicação.
Brasil fora da copa: não vou ver mais o chato ufanista do Galvão defendendo jogador de salto alto na TV, nem ver mais comercial com jogador e tão pouco ver grosserias de um time milionário. O Brasil volta a trabalhar e também volta as preocupações corriqueiras... CPI, eleições e outros clichês de sempre.