in rubyonrails

Rails Summit: resumo do primeiro dia

Esse é um rascunho do que foi abordado no primeiro dia do Rails Summit.

Chad Fowler: Insurgência Ruby on Rails

  • Stop doing things you know are wrong!
  • A primeira Rubyconf aconteceu em 2001 com 34 pessoas.
  • Nenhum dos participantes ganhava $ com Ruby.
  • 5 dos 34 participantes escreveram o Agile Manifesto.
  • “The survival rate for startups is way less than 50%. So if you’re running a startup, you had betted be doing something old. If not, you’re in Trouble”
  • Implante uma nova tecnologia gradativamente.
  • Don’t do (.Net | Java | C++ | C | Perl l PHP) in Ruby: a razão de trocar de tecnologia é fazer as coisas diferentes!
  • Linguagens de computador são como namoradas: a nova é melhor porque você é melhor.

Gregg Pollack: Na Vanguarda da Performance em Rails

Gregg Pollack, o cara dos screencasts do RailsEnvy, falou sobre performance. Primeiramente ele trouxe em 60 segundos algumas coisinhas para otimizar apps.

  • Usar Yslow
  • Cache: Page Caching, Action Caching, Fragment Caching, Object Caching
  • Avoid Cache expiration
  • Use memcached
  • Use background process
  • Client-side caching: etags & last-modified
  • Don’t pre-optimize: 99% of the time you’ll need 0%
  • Don’t abuse your database

Trouxe também um monte de plugins interessantes. Alguns deles:

  • Bullet: verifica queries e dá dicas de otimização
  • Rails_index: mostra onde falta índice nas tabelas
  • Scrooge: otimiza queries

A apresentação dele tem o mesmo estilo dos seus screencasts. Links da apresentação.

Carlos Brando: Yet Another Ruby Framework – Como o Rails funciona por dentro

Carlos Brando trouxe sua experiência sobre aplicações sociais.

  • OpenSocial: xml + js (eu já sabia)
  • Rails não foi feito para construir coisas para o OpenSocial

Carlos prometeu falar mais do funcionamento do Rails em seu blog. Slides de sua apresentação.

Ilya Grigorik: Ruby em tempo real para Web em tempo real

Essa palestra foi concomitante a palestra do Carlos e não assisti. Slides da apresentação.

José Valim: Geradores de código com Thor

José Valim falou dos novos generators do Rails 3. A necessidade de reescrevê-lo deu-se ao fato do código duplicado existe caso você alterasse algumas coisas padrões (tests, erb). O resultado disso tudo é o Thor.

Thor = Rake + Sake + Rubigen + Rails template

Slides da apresentação

David Chelimsky: RSpec e Cucumber: Além do Básico

David é líder do projeto RSpec. Sua palestra, naturalmente sobre o assunto, apresentou algumas técnicas do TDD.

Fabio Akita: Agile, além do Caos

A palestra do Akita trouxe pensamentos aleatórios sobre agilidade. Entre várias falas, Akita quebrou o paradigma do “time que está ganhando não se mexe”. Isso é uma falácia porque com o tempo há deterionamento do time.
Foi uma palestra altamente conceitual, uma verdadeira viagem envolvendo psicologia. Algumas mensagens dos seus slides:

  • Não interessa os comos. Me interessa os porques.
  • Sucesso não vem de um plano. Vem da adaptabilidade ao ambiente.
  • Quebre as regras!
  • Agilidade é importante. Mas não é o último passo

Além do Caos – Pensamentos Aleatórios sobre Agilidade from Locaweb on Vimeo.


Matt Aimonetti: O futuro do Ruby & Rails

A última palestra do dia foi do francês Matt Aimonetti. Matt é um dos programadores que estão trabalhando no Rails 3. Algumas mudanças:

  • HTML 5 e Javascript não-obstrusivo: uma única interface para você utilizar a biblioteca que quiser (Prototype, jQuery, YUI)
  • Active Record continua padrão, mas existirá no Rails uma API comum para que você possa usar qualquer ORM (Active Record, Data Mapper)
  • Otimização Interna: Rails 3 está entre 2 e 3x mais rápido do que a versão anterior em benchmark do Matt, entretanto outros benchmarks mostram resultados ainda melhores.
  • Slides da apresentação do Matt

Desconferência & Hora extra

melô do teste automatizado

  • IMPORTANTE: A morena opensource está de novo no evento e há fotos novinhas dela no Github
  • O pessoal do Guru SP apareceu e falou de seus projetos, como o Coding Dojo.
  • A desconferência teve a participação do pessoal do Rio Grande do Norte que organizou o Oxente Rails. Eles falaram sobre ‘como não fazer um evento’.
  • O pessoal do Rio também falou da sua experiência em organizar eventos e pessoas. Segundo eles, o foco está nas pessoas. Eles parecem ser um grupo bem organizado, onde até as esposas se reúnem!
  • O Rafael Lima apresentou sobre aplicações e empreendimento. Entre várias coisas interessante, ele disse que o desenvolvedor esquece de que ele também precisa conhecer de negócios para manter sua aplicação no ar.
  • O Daniel Lopes apresentou seu problema quanto as finanças de sua empresa e sua solução: uma aplicação de gerenciamento financeiro que está para vir.
  • O @lfcipriani apresentou seu case de aplicação: Maratona de Basquete. Trata-se de uma maratona de basquete cujo placar eletrônico é uma aplicação com um mega esquema de arquitetura envolvendo Rails, jQuery, XMPP, bots Ruby e tudo mais. Sua apresentação
  • O Alexandre Gomes falou sobre o manifesto 2.0 que representa uma nova escola de pensamento de Tecnologia da Informação que vem transformando a industria de desenvolvilmento de software.
  • O George apresentou o Devise, plugin para autenticação
  • Por último, o Daniel Cukier cantou duas músicas: Melô dos Testes e o Samba do Akita. *excelente*
  • Além disso, rolou um #horaextra no Bar Brahma do Clube de Aviação, com umas 100 pessoas. Hora de tomar um chopp gelado e encontrar pessoas do mundo online.

Etc.

  • Álan Crístoffer

    Não entendi o q vc quis dizer com “Don’t do (.Net|Java|C++|C|PerllPHP) in Ruby”… Está se referindo a estender o Ruby?
    Pq se for eu discordo plenamente, tem hora q vc tem q estender ou entao vai levar horas pra fazer os calculos… (image handling is a example ;) )

  • http://leonardofaria.net Leonardo

    alan,
    ele quis dizer para resolver as coisas usando o ruby way, e não fazer a implementação como em outras linguagens.

  • http://blog.icarovinicius.com.br icarovts

    Alan, o que o CHAD FOWLER quis dizer foi simplismente para não cometerem os vícios trazidos de outras linguagens em Ruby…

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