Edge Rails no Windows Vista

10 de setembro de 2008 ~ 1 comentário ~ Tags:, ,

Uma das mudanças do Rails 2.2 é não inclusão do bundle do MySQL, responsável por conectar seu projeto ao banco. Mês passado eu postei sobre isso e hoje, ao tentar instalar o gem do MySQL no Windows Vista de um co-worker, me deparei com um problema na DLL libmySQL.dll.

A solução encontrada foi copiar esse arquivo (geralmente em C:Program FilesMySQLMySQL Server 4.1bin) para a pasta bin do Ruby (por exemplo: C:rubybin).

Que fique documentado ;)


Acelerando seu Textmate

16 de agosto de 2008 ~ 2 comentários ~ Tags:, ,

Estou trabalhando em um projeto usando o Edge Rails. No Textmate, a tecla de atalho CMD + T é uma mão na roda para localizar e abrir qualquer arquivo, entretanto, com o Edge estando na pasta /vendor/rails, a busca pode se tornar lenta e encontrar, além dos seus arquivos, os arquivos do framework. Foi então que encontrei essa dica do Dr. Nic (sempre ele):

É possível mudar a forma default de como funciona os patterns para localizar os arquivos. Para isso, acione as preferências do software, escolha Advanced, depois Folder References e substitua, em Folder Pattern, o valor padrão, pelo seguinte:

!.*/(.[^/]*|vendor/rails|doc|rails_root|CVS|log|data_dump|build|_darcs|pkg |_MTN|{arch}|blib|.*~.nib|.*.(framework|app|pbproj|pbxproj|xcode(proj)? |bundle))$

Caso queira reverter, o valor padrão é:

!.*/(.[^/]*|CVS|_darcs|_MTN|{arch}|blib|.*~.nib|.*.(framework|app|pbproj|pbxproj|xcode(proj)?|bundle))$

Após isso, alguns diretórios não serão mais 'encontrados' e você terá uma busca mais rápida.


Ruby on Rails na WebMobile

10 de agosto de 2008 ~ 2 comentários ~ Tags:,

Ruby on Rails é um framework minimalista que chama cada vez mais atenção do mainstream. Dia-a-dia a comunidade avança, com encontros (Rails Summit está chegando), publicações e artigos e reportagens em revistas especializadas. E é com grande satisfação que divulgo que a WebMobile, da editora DevMedia, traz, a partir dessa edição, um micro curso apresentando as funcionalidades do RoR.

Vale a pena correr a banca e me conferir lá ;)

P.S.: Mês que vem tem Minas on Rails '08. Em breve novas informações desse evento.


Mudanças no Rails 2.2

2 de agosto de 2008 ~ 2 comentários ~ Tags:

O Rails 2.2 está chegando e ao baixar o Edge para testar o novo recurso de internacionalização (uma das grandes novidades), me deparei com a primeira diferença da versão: o arquivo de conexão com o MySQL não está mais integrado ao framework. É isso o que diz o log do development.log:

!!! The bundled mysql.rb driver has been removed from Rails 2.2. Please install the mysql gem and try again: gem install mysql.

Como o próprio log já sugere, é só instalar o gem, mas atenção: é preciso especificar o path do arquivo mysql_config, através do flag "--with-mysql-config". Para o Mac OS X, a instalação pode ser feita com:

sudo gem install mysql -- --with-mysql-config=/usr/local/mysql/bin/mysql_config

e no Ubuntu, com:

sudo gem install mysql -- --with-mysql-config=/usr/bin/mysql_config

Depois disso, é só correr pro abraço!


MacLimpeza Pro

20 de julho de 2008 ~ 3 comentários ~ Tags:

Eu era um feliz dono de um MacBook branco acizentado até que resolvi experimentar o Limplex. Após utilizar métodos como borracha branca (trabalhoso) e algodão, sem sucesso na limpeza do MacBook, resolvi finalmente experimentar o produto que muita gente já utilizava, e que já estava em casa por quase 3 meses sem uso.

O produto, segundo o site do fabricante, é vendido em lojas como a Saraiva, Extra, Kalunga (onde comprei), entre outras. A aplicação é simples: basta usá-lo com a esponja que vem junto no kit em movimentos circulares. Depois, é só usar um pano branco macio para tirar o excesso do produto. Para limpar o display, usei algodão seco.

ps. Aproveitei e tentei limpar meu Nokia 1108, que estava amarelado. Não tive nenhum sucesso em obter o branco original.


Protegendo projetos com o .htaccess

16 de julho de 2008 ~ 2 comentários ~ Tags:, ,

O Apache pode te ajudar a proteger um projeto com seu sistema de autenticação. E isso é mais fácil do que você pensa. Para tal, crie um arquivo .htaccess com o seguinte conteúdo:

AuthUserFile /home/leonardo/public_html/project/.htpasswd
AuthGroupFile /dev/null
AuthName "Restricted Access"
AuthType Basic
<limit GET>
require valid-user
</limit>

Após isso, crie um .htpasswd com os dados de usuário e senha (atenção ao caminho do arquivo). A senha é criptografada e o conteúdo do arquivo é algo como o seguinte:

leo:4tHAiRmQ4OpjM

Para criptografar a senha use um dos vários serviços por aí existentes. Para proteger um projeto em Rails, a solução também funciona bem, desde que seu .htaccess esteja na pasta public de sua aplicação


Usando ApacheBench para testes: Apache/mod_rails e Nginx/mongrel

15 de julho de 2008 ~ 3 comentários ~ Tags:, , ,

O ApacheBench é um software do Apache usado para fazer testes de perfomance de servidores web, independente do servidor usado. Isso é muito útil para comparar o desempenho de diversas configurações, mas nem sempre pode apresentar a realidade do ambiente.

O ApacheBench é distribuído nos ambientes Linux pelo pacote apache2-utils - versões para Mac OS e Windows podem ser encontradas no site do software. Em distribuições como o Ubuntu, para instalá-lo basta um apt-get install apache2-utils (como super-usuário). A partir daí, o comando ab fica disponível em seu terminal e é só correr para o abraço!

Um teste pode ser feito com o comando:

ab -n 100 -c 5 http://www.leonardofaria.net/

O Flag '-n' indica o número de requisições, enquanto a opção '-c' indica a ocorrência de conexões simultâneas. A saída do comando acima é semelhante a:

This is ApacheBench, Version 2.0.40-dev <$Revision: 1.146 $> apache-2.0
Copyright 1996 Adam Twiss, Zeus Technology Ltd, http://www.zeustech.net/
Copyright 2006 The Apache Software Foundation, http://www.apache.org/

Benchmarking www.leonardofaria.net (be patient).....done

Server Software:        Apache/2.2.8
Server Hostname:        www.leonardofaria.net
Server Port:            80

Document Path:          /
Document Length:        0 bytes

Concurrency Level:      5
Time taken for tests:   16.460184 seconds
Complete requests:      100
Failed requests:        0
Write errors:           0
Non-2xx responses:      100
Total transferred:      41600 bytes
HTML transferred:       0 bytes
Requests per second:    6.08 [#/sec] (mean)
Time per request:       823.009 [ms] (mean)
Time per request:       164.602 [ms] (mean, across all concurrent requests)
Transfer rate:          2.43 [Kbytes/sec] received

Connection Times (ms)
              min  mean[+/-sd] median   max
Connect:      255  291  21.2    287     361
Processing:   442  506 131.1    485    1732
Waiting:      438  492  42.9    484     655
Total:        698  797 137.9    774    2040

Percentage of the requests served within a certain time (ms)
  50%    774
  66%    804
  75%    812
  80%    818
  90%    878
  95%    925
  98%    982
  99%   2040
 100%   2040 (longest request)

Dezenas de possibilidades podem ser traçadas com esses testes.
Nos meus benchmarks, realizei basicamente 2 testes: a renderização do index.html default do framework e a renderização de um Time.Now do Ruby. Em ambos os testes, o desempenho do nginx + mongrel_cluster foi superior ao Apache + mod_rails. Esse teste também foi feito por aí, e com resultados semelhantes ao meu.

Desse modo, em uma balança estão Apache/mod_rails e Nginx/mongrel_cluster. De um lado, pesam a facilidade de deployment e o crescente uso em shared hosts. De outro lado pesam a rapidez do servidor e a 'dificuldade' do deployment. E aí? De que lado você vai ficar?


Rails Screencasts

11 de julho de 2008 ~ 2 comentários ~ Tags:,

É incrível a qualidade de material existente sobre Rails. A comunidade está cada vez mais crescendo e para quem está vindo para o lado Rails da força, nada mau uns screencast para aprender.

  1. Learnivore é um agregador com diversos sites de screencasts, incluindo os listados a seguir.
  2. Railscasts: já são 117 episódios do mais conhecido site de vídeos.
  3. PeepCode: screencasts de ótima qualidade, entretanto, pagos (o Júlio fez um ótimo post sobre isso).
  4. Ruby Plus: outro site interessante de conteúdo.
  5. ThinkRefresh: um site com um bom número de screencasts.
  6. Learncasts: o Lucas Húngaro começou sua série de screencasts.
  7. Git: git parece ser ainda um mistério, mas não se você ver esses screencasts.
  8. TDD Screencast: não assisti ainda, mas promete ser um screencast bem bacana.
  9. [update] o Carlos Brando também tem screencasts brilhantes! (E não deixe de conferir o Rails Podcast Brasil, do qual ele também participa.)
  10. RubyPulse é um novo site de screencasts
  11. Sceencasts sobre o Textmate
  12. 17 videos cobrindo o básico sobre Ruby

Nasceu: codestacker.com

2 de julho de 2008 ~ 4 comentários ~ Tags:,

Nasceu meu projeto Rails de 2 fins-de-semana: codestacker (é em minúsculas, tá?) é um site para compartilhamento de código, anônimo ou não, público ou privado. Existem vários sites semelhantes ao codestacker, entretanto, quis fazer minha solução cobrindo minha abordagem para o problema e como posso solucioná-lo.

Tenho vários features que ainda não implementei, caí na real e lancei o básico do serviço. Existirão outros fins-de-semana para atualizações.

Então é isso, vejo todo mundo .


annotate_model, gem útil da semana

30 de junho de 2008 ~ 5 comentários ~ Tags:

Trabalhar com Rails é certeza de encontrar ótimo material para trabalhar/documentar sua aplicação. Tenho uma lista de plugins/gems úteis para o desenvolvimento, o que daria um enorme post. Seguindo os conceitos do Getting Real, rapidinho vou postando (é muito material).

O primeiro da lista é o annotate_model, um gem que gera para cada model as informações da estrutura da tabela daquela entidade. Por exemplo:

# == Schema Information
# Schema version: 20080628203259
#
# Table name: comments
#
#  id         :integer(11)     not null, primary key
#  name       :string(255)
#  email      :string(255)
#  body       :text
#  code_id    :integer(11)
#  created_at :datetime
#  updated_at :datetime
#

class Comment <ActiveRecord::Base

Uma forma de se conhecer os atributos de uma entidade é, a partir do script/console, digitar: Model.new.attributes, entretanto com o gem, o conhecimento dessas informações fica bem mais fácil.

Após instalada (sudo gem install annotate-models), bastar executar o comando annotate na pasta do seu aplicativo. Simples, rápido e quebra um galhão.


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