iPhone e Rails

21 de Fevereiro de 2010 ~ Comente! ~ Tags: ,

O desenvolvimento de web apps para iPhone requer alguns cuidados especiais. Em nossas aplicações significa pensar em um layout para o gadget. Uma forma rápida de definir o layout para iPhone é através do código abaixo:

Para quem quer conhecer o desenvolvimento de web apps para iPhone, vale conhecer os projetos jQTouch e iWebKit. O jQTouch é um plugin do jQuery com uma série de recursos de animação semelhantes ao do aparelho e possui inclusive a funcionalidade de Geo Location. Já o iWebKit é um framework que não depende de nenhuma biblioteca e que possui também bons recursos para montagem de interfaces.


Novo micro-projeto: XAVECATOR

21 de Fevereiro de 2010 ~ 1 comentário ~ Tags: , ,

O nome até parece de app do Aurélio, ou de produtos das Organizações Tabajara, mas num fim-de-semana sem nada pra fazer, resolvi fazer um pet project para ver o Rails 3 funcionando e, para conhecer o jQTouch.

xavecator

O XAVECATOR é para nerds pessoas cara-de-pau e/ou sem inspiração. Bem é verdade que tem coisa aí que digno de beijo na boca ou tapa na cara, mas tudo é conversado e entendido ;)

P.S. 1: ainda estou atualizando o ‘banco de dados’. Não está tudo pronto ainda.
P.S. 2: se você tem um iPhone pode acessar o site nele onde precisar
P.S. 3: você pode seguir o XAVECATOR no Twitter


Monografia on Rails: autosimulado

5 de Dezembro de 2009 ~ Comente! ~ Tags: , ,

Para conclusão do meu curso de Sistemas de Informação, dediquei minha monografia e trabalho de conclusão de curso ao autosimulado.

Hoje foi a apresentação da banca do trabalho de conclusão de curso e anexo abaixo minha monografia em PDF e os slides da apresentação.
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Syntax Highlight on Rails

2 de Dezembro de 2009 ~ Comente! ~ Tags: , ,

Quer fazer um syntax highlight igual ao do codestacker abaixo, a la Textmate? É fácil:

Faça o download da biblioteca de expressões regulares Oniguruma. A versão mais recente é a 5.9.1. Compile-a:

 ./configure && make && make install 

Após isso instale as gems Oniguruma, Textpow e Ultraviolet e instale o plugin tm_syntax_highlighting em seu projeto.

Em suas views, utilize:

 code(some_ruby_code, :theme => "twilight", :lang => "ruby", :line_numbers => true) 

Internacionalização em labels

22 de Novembro de 2009 ~ 3 comentários ~ Tags:

Desenvolvendo uma aplicação onde apliquei os recurso de internacionalização do Rails, percebi que o framework não traduz os valores dos labels para a tradução do atributo.

Para corrigir isso, existem duas formas: um plugin chamado i18n_label ou uma gambiarra um recurso técnico avançado adaptado a condições tecnológicas precárias em um determinado momento:

Cole o código acima em um arquivo da pasta ‘lib’, por exemplo e o inclua com require no environment.rb.


Rails e cia no Snow Leopard

14 de Novembro de 2009 ~ Comente! ~ Tags: , , , ,

Fiz uma instalação nova do Snow Leopard no meu MacBook e ao migrar os dados do Time Machine, do Leopard, algumas coisas pararam de funcionar. Resolvi então escrever para complementar meu post anterior sobre o assunto.

Xcode

ANTES DE MAIS NADA, instalei o Xcode. Ele está junto no DVD do Snow Leopard, na pasta de Instalações Opcionais.

Rails

O Snow Leopard já vem com duas versões do Rails já instaladas: 2.2.2 e 1.13.6. Caso queira atualizar seu ambiente:
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O que é Ruby on Rails?

9 de Novembro de 2009 ~ 3 comentários ~ Tags: , ,

A essa altura do campeonato todo mundo já deve saber o que vem a ser o framework Ruby on Rails. Minha monografia e meu trabalho de conclusão de curso da Faculdade foram sobre o autosimulado. Na monografia fiz uma introdução sobre as características do framework, reproduzido abaixo:

Ruby on Rails

O framework Ruby on Rails foi extraído de um sistema para gerenciamento de projetos chamado Basecamp. A primeira versão do framework foi oficialmente lançada em 25 de Julho de 2004 e seu desenvolvimento conta com colaboradores em todo o mundo liderados pelo programador dinamarquês David Heinemeier Hansson.

MVC

Um padrão de projeto descreve e provê uma solução para um problema freqüente, sendo genérico e reusável. São criados a partir de problemas de problemas comuns enfrentados no desenvolvimento de projetos de software.
A criação de componentes reutilizáveis é uma das técnicas mais exploradas em Engenharia de Software. O uso de componentes diminui o tempo de desenvolvimento e a taxa de erros de codificação. Um padrão pode ser entendido como a abstração de detalhes sobre a implementação de um software.

MVC

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O que é Ruby?

9 de Novembro de 2009 ~ 2 comentários ~ Tags: , ,

A essa altura do campeonato todo mundo já deve saber o que vem a ser a linguagem Ruby. Minha monografia e meu trabalho de conclusão de curso da Faculdade foram sobre o autosimulado. Na monografia fiz uma introdução sobre as características da linguagem Ruby, reproduzido abaixo:

Ruby

A linguagem Ruby foi criada em 1993 pelo japonês Yukihiro “Matz” Matsumoto, com sua primeira versão pública lançada em 1995. Para Matz, o primeiro desejo é de Ruby tornar os programadores felizes, reduzindo o trabalho manual que precisasse ser feito. Segundo ele, o desenvolvimento de sistemas deveria enfatizar as necessidades do homem e não da máquina:

Muitas pessoas, especialmente engenheiros de computação, focam nas máquinas. Eles pensam, “Fazendo isso, a máquina será mais rápida. Fazendo isso, a máquina será mais eficiente. Fazendo isso, a máquina irá fazer determinada coisa melhor”. Eles estão focando nas máquinas. Mas de fato nós precisamos focar nos humanos, em como os humanos lidam com programação ou operação das aplicações das máquinas. Nós somos os mestres. Elas são as escravas. (VENNERS, 2003).

Ruby é uma linguagem orientada a objetos, ou seja, qualquer variável é um objeto, mesmo classes e tipos que em muitas linguagens são designadas como primitivos. Por exemplo:

putz "meu exemplo".upcase # imprimirá MEU EXEMPLO

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O ecossistema Rails

15 de Outubro de 2009 ~ 2 comentários ~ Tags:

Escrevo esse artigo dentro do meu voo de São Paulo para Belo Horizonte. Passei 4 dias em São Paulo, participei do Rails Summit, bloguei ao vivo um resumo das palestras e vou expor meus comentários sobre o ecossistema Rails - ou se preferir, o gueto Rails.

Trilhos da oportunidade

Conheci durante o evento vários pessoas que só conhecia pelo Twitter. Muitas dessas pessoas possuem aplicativos web, outras desenvolvem no tempo livre por prazer (como eu), outras trabalham offshore. De tudo isso, a única coisa que possuo concluir é que de fato existe um trem da oportunidade. Existem vagas para bons programadores nesse mercado, o trabalho remoto É possível e É uma realidade. Globalização é um americano morar na Argentina e contratar um programador brasileiro no evento.

Maturidade da comunidade

Rails definitivamente é mais do que somente um framework para desenvolvimento de aplicações web. Rails é resultado de um trabalho coletivo e maduro de uma comunidade. No Brasil essa comunidade é formada de gente vinda de várias tecnologias (Java, PHP, Python, programação desktop) e que se identifica com um software de opinião, com metodologias agéis e com computadores de Cupertino.

Essa pluralidade de pessoas tornam um encontro como o Rails Summit rico não somente de potenciais técnicos, mas sim de potenciais humanos.

Programadores podem ser empreendedores

Existe muita programador com vontade de empreender. As apresentações do Vinícius são uma provocação para botar para fazer. Negócios na web são como aplicações. É necessário fazer, testar, refatorar e nesse sentido a troca de experiências no Rails Summit é inspiradora a sonhar e a agir. Com Rails, aplicações são feitas rapidamente e é dessa velocidade que o seu negócio precisa.

Conclusão

Rails não é só código, é um tag que pessoas de diferentes opiniões, experiências e lugares carregam. Nessa comunidade o foto não está nos comos e sim nos porques. Após o Rails Summit, só posso confirmar o quanto é único esse gueto.


Rails Summit: resumo do segundo dia

14 de Outubro de 2009 ~ 5 comentários ~ Tags:

Richard Kilmer: MacRuby

A primeira palestra do segundo dia trouxe o americano Richard Kilmer que falou sobre MacRuby, a união entre Ruby e Objective-C. Notas dos slides:

  • Problems with RubyCocoa: It's a bridge; 2 runtimes, 2 GC, different syntax
  • MacRuby 0.4: Objective-C 2 + Ruby 1.9
  • Every Ruby class is an Objective-C class
  • Every Ruby object is an Objective-C object
  • Every Ruby method is an Objective-C method
  • MacRuby é um pouco mais rápido do que Objective-C
  • MacRuby utiliza recursos de processamento paralelo do OS X
  • HotCocoa is an idiomatic Ruby API that simplifies the configuration and wiring together of Objetive-C/Cocoa classes - resumindo: simplifica a sintaxe e deixa algo mais 'Ruby Way'

imagem ilustrativa
Imagem ilustrativa

Nando Vieira: Ruby 1.9

O Nando falou do que há de novo no Ruby 1.9, tema inclusive de um PDF de sua série HOWTO. Sua apresentação, bem bonita, trouxe inúmeras notas sobre as mudanças da linguagem. Alguns pontos:
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