UML e MySQL no Mac

Quem não usa Mac às vezes pode pensar que soluções em desenvolvimento são escassas. Mas não são. Hoje vou apresentar duas ferramentas de modelagem de dados para Mac OS e o CocoaMySQL, para manipulação do MySQL.

O CanonSketch é um software desenvolvido na Universidade de Madeira, em Portugal. É uma ferramenta interessante para modelagem UML 2.0, muito utilizado em times de desenvolvimento.

Outro software de modelagem que utilizo aqui é o OmniGraffle Pro. Além de diagramas de UML, o software pode criar vários outros tipos de diagrama. A desvantagem frente ao CanonSketch é que OmniGraffle é pago.

Para manipular bancos de dados em MySQL, a pedida é o CocoaMySQL. Ele possui a mesma interface ‘bonitinha’ dos softwares escritos em Cocoa e é bastante eficaz em tarefaz corriqueiras com a linguagem.

P.S.: o iUseThis é mais um site social em Rails, que lista os aplicativos que o pessoal usa. Eu tenho um perfil lá com todos apetrechos.

P.S.2.: estou a muito tempo sem postar, mas vou voltar às antigas. (Esse post está sendo escrito da sala da facu)

 

Locomotive com Rails 2.0

Uma das formas simples de se ter Ruby on Rails no Mac é através do Locomotive, um pacote all-in-one com Ruby, Rails e vários gems importantes para desenvolvimento. Como o Rails 2.0 foi lançado no último dia 7, resolvi atualizar minha máquina.

Numa janela do terminal rodei o tradicional gem install rails -y --source http://gems.rubyonrails.org, para atualizar a versão do Rails. Eu indiquei o repositório do site oficial, mas não é obrigatório. Logo em seguida criei minha primeira aplicação com um rails _2.0.1_ teste. O “_2.0.1_” gera o projeto com a estrutura já da nova versão.

Em seguida, adicionei a aplicação teste a lista de aplicações do Locomotive e a iniciei. A aplicação não pode ser inicializada e observando o server.log percebi que ainda faltava atualizar o RubyGems. Assim, rodei um gem update --system e pronto!

 

Review do .Mac Mail

Nos primórdios tempos que conheci a plataforma mac – no auge dos meus 14 anos e usando um iMac 266 mhz – a Apple possuia o iTools, serviço que fornecia e-mail, servidor de arquivos, página web e outras cositas más. Em setembro de 2002 o iTools virou .Mac e passou a ser pago. Com isso, a conta de email @mac.com que tinha passou a ser cobrada.

screenshot do .Mac

Vender conta de e-mail, servidor de arquivos, página web e espaço para hospedar fotos parece idiotice em tempos de Gmail, Flickr e cia, mas os serviços da Apple possuem um significativo diferencial: interface e integração com o sistema operacional. Cada um dos serviços merece atenção especial. As galerias de imagens são muito bonitas, bem feitas – com integração entre Flash e Ajax – e compatíveis com iPhone. O serviço de e-mail leva a mesma experiência do usuário do Mail do Mac OS X para a Internet, mas isso não é tudo.

Resolvi criar uma conta para testar o serviço de e-mail, que a priori, é o que me interessa. O webmail definitivamente é um remake do Mail, aplicativo do Mac OS. Isso significa que o usuário leigo não vai ter problemas ao utilizar o serviço. Ponto para a Apple. Entretanto, como usuário do Gmail a três anos, algumas coisas realmente fazem falta. O recurso de conversação, ou seja, mesclar e-mails com mesmo subject, é imprencidível, principalmente para quem assina listas de discussão. Outros recursos interessantes, como a criação de labels – ‘pastas 2.0’ – e filtros – para melhor organizar novas mensagens – também fazem falta.

Para quem está acostumado com o Gmail, o e-mail do .Mac pode não ser a melhor opção e talvez não justifique o preço ($99 para assinatura anual do serviço ou $12 para somente ter a conta de e-mail), mas é uma alternativa de quem quer a mesma organização do Apple-way na Internet.

 

Tornando o Firefox para Mac mais bonito

Quem usa maçãs tem diversas alternativas para navegar. O Safari, para mim, é a melhor opção, mas o Firefox com seus plugins faz falta. O Firefox é pesado e a interface dele não incorpora os elementos da interface do Mac OS.

Para o Firefox 3, prometem a incorporação dos elementos de UI do Mac OS. Isso já pode ser percebido no Bon Echo, versão de desenvolvimento do browser. Para melhorar a aparência do navegador, o iSafari (screenshot ao lado) é uma tema que lembra o software da Apple.

The iSafari, para Firefox

 

Mac vs PC para web: guerra?

Desde 1997, com a volta de Steve Jobs para a Apple, a participação da empresa no mercado aumentou simpaticamente. Nos últimos anos, principalmente após os lançamentos do iPod (em 2001) e do iPhone (em 2007), muitos usuários de PCs se viram seduzidos pelos computadores da marca. O primeiro impacto ‘conquistador’ é o design dos equipamentos. Mas Macs são muito mais que só bunitinhos.

Muita gente que trabalha com web usa Macs. Outras pessoas pensam em comprar um e me pedem uma opinião. De tudo isso, surgiu a idéia de escrever esse post.

Para mim, é uma ferramenta de produtividade e tanto. O Mac OS é um sistema que está realmente a frente ao Linux e Windows, principalmente em termos de interface. Essa simplicidade de Interface reflete no seu trabalho, tornando nosso trabalho mais objetivo e claro. Os aplicativos que uso para desenvolvimento, Coda, Transmit, Textmate também refletem essa simplicidade.

Além da minha opinião, perguntei para algumas pessoas sobre Macintoshs e seu trabalho.

Frederick van Amstel, do Usabilidoido:

Com o Mac eu não perco tempo com a manutenção do computador, eu simplesmente trabalho. As ferramentas estão lá, configuradas do jeito que eu preciso e não corro o risco de ter que reconfigurar tudo de novo se fizer algo errado. Na verdade, o Mac me proteje de fazer coisas erradas.

Para organizar e encontrar os arquivos é muito mais eficiente usando o esquema de pastas coloridas do OSX e a busca pelo Spotlight. Eu que era um bagunceiro de marca maior no Windows agora tenho minhas pastinhas bem organizadas.

Também a integração entre os softwares chama a atenção. Quando o software não suporta nativamente a inclusão de arquivos de outros softwares, sempre existe alguma extensão disponível na Web para completá-lo.

Essas são algumas das coisas que me fizeram trocar o PC pelo Mac.

Nando, do Simples Idéias e Spesa:

“Estou usando um Mac Pro pelo menos umas 4 horas por dia. Tem tudo o que preciso e mais um pouco, como o famoso Textmate (é excelente e só depois que você usa e se acostuma com ele é que pode realmente dizer isso), Photoshop (o Pixelmator parece promissor), linha de comando poderosa, além de outros programas que, embora tenham equivalente para outros SOs, não batem a facilidade de uso do Mac. No restante do dia uso Ubuntu (ontem atualizei para o Gutsy e acho que mudaram algumas coisas para pior) e apesar de ser a distro mais fácil de usar, ainda falta muito (o Gimp é ótimo para quem tem saco para aprendê-lo e não sou uma dessas pessoas). Quando dizem que vale a pena comprar um Mac, estão falando sério! Não vejo a hora de ter o meu em casa!”

Irapuan Martinez, da [genial] arqHP:

Uso PC padrão IBM, deste criancinha (Um XT, no caso).

Mac? Gostaria de ter usado. Mas morando em Goiás, o que já é caro nos grandes centros, fica ainda mais inviável nestas paragens. Não dá pra pensar num micro que custa 3 PCs top de linha e que se queimar um fusível, você considera transformá-lo em encosto de porta por causa da falta de mão de obra.

PC é guerrilheiro, popular. Conserta-se em qualquer eletrônica numa cidade do interior. Barato, xing-ling, o maior fator de popularização dele foi o Paraguai e o Windows pirata.

Mac é para grandes centros. Pra grandes recursos. Para grandes impactos. PC é para botar a mão na massa.

Fábio Caparica de Luna, do Sinistras:

Por muito tempo, trabalhei como o que hj em dia estão chamando de ‘Front-End Engineer’ (e que já vi chamando de “Engenheiro de Frente e Fim”). O que no fundo é basicamente o velho esquema de Html+CSS+Javascriptzinho.

Hoje em dia, bem por conta do mestrado, ando trabalhando muito pouco com isto. Só uma coisa ou outra – e muito raramente – é que me faz descer até o código. Em geral, tenho atuado mais em gerência e em design gráfico mesmo.

Neste contexto de trabalho, não há muita diferença no que diz respeito às ferramentas. Photoshop, Fireworks, Dreamweaver, Flash, Corel, etc… 98,12% do que um profissional de web utiliza no mundo PC, existe também no mundo Mac.

Para os outros 1,88%, existem sempre alternativas que atendem muito bem. Pra fazer wireframes, por exemplo, temos Omnigraffle. Enfim… O ferramental para design gráfico e para codificar não é problema do meu ponto de vista.

Como trabalho no dia a dia com Macs e com PCs e a tarefa de gerenciar no meu contexto é essencialmente a tarefa de coordenar as comunicações de um grupo de trabalho, a plataforma termina sendo um pouco indiferente. E mesmo quando há a necessidade de ferramentas mais robustas para se lidar com prazos, dependências ou outras coisas mais complexas, sempre se pode apelar para um GantProject, que existe tanto para PC quanto para Mac, não me deixando ilhado em situação alguma…

A grande vantagem que percebi depois de colocar de vez na minha vida uma máquina da Apple é que as minhas dores de cabeça diminuíram bastante. A plataforma é significativamente mais estável e confiável. E nem comento que é algo bem mais simples de usar e administrar.

Como costumo dizer em tom de brincadeira (mas com bom fundo de verdade) para os meus amigos:
“A minha vida mudou depois que eu comprei um Mac.”

E você? Tem alguma opinião formada? Comente esse artigo!

 

Novo iPod e case em papel

Visto no Boing Boing: desenvolvedor cria gerador de capas para iPod. Funciona assim: você faz o upload de uma foto, escolhe o modelo (são várias opções!) e pronto! Um PDF é gerado e é só imprimir.

Falando no gadget, surgem boatos a todo momento de que sairia uma nova versão do player (logo agora que comprei um Nano) em setembro. Para mim, essa nova versão vai manter o novo tom preto que a Apple adotou. iPhone preto, iMac zorro e para finalizar, um iPod mais ou menos como o prototipado ao lado.

 

Sobre Macs Refurbisheds

Para quem não sabe, um Refurbished é um produto que não passou por todos testes de qualidade da fábrica e é recondicionado, sendo posteriormente vendido. Em sites de leilão como o MercadoLivre, aparecem dezenas de notebooks recondicionados. Não posso falar quanto a PCs, mas posso falar de Macs Refurbisheds.

A vantagem de um equipamento recondicionado é o preço: existem produtos com descontos expressivos, chegando até a 40%. Além disso, muitos consideram que um produto recondicionado seria até mais confiável que um produto não-recondicionado, já que equipamentos refurbished passariam duas vezes por testes durante sua produção.

Tenho 2 portáteis: um iBook 700 MHz e um MacBook 2 GHz. O iBook eu comprei ano passado e já era um modelo meio ‘defasado’. Após usá-lo por alguns meses, ele teve um problema com a logic board (placa lógica). Esse problema causava grande instalabilidade no sistema, com travamentos aleatórios e barulhos de dar medo – barulhos realmente muito altos. Quase todos iBooks foram afetados. Após ficar alguns meses na Autorizada, hoje ele funciona sem problemas. Está super-estável, para uma máquina de 2002(!).

O MacBook é um Refurbished que trouxe dos EUA. Os Refurbisheds da Apple são vendidos somente na Apple Store online. Não adianta querer ser espertinho e tentar comprar online para entregar no Brasil. Obviamente, tem que ter um endereço americano.

De toda forma, os equipamentos refurbished são uma alternativa interessante para quem quer uma economia. O único problema é que os produtos recondicionados da Apple vem em uma caixa parda bem feinha, não vindo na mesma caixa dos produtos não recondicionados :(

 

Safari para Windows

A única novidade relevante da WWDC – Worldwide Developers Conference – é o lançamento do Safari para Windows. O Safari é o browser padrão que vem no Mac OS e a agora a Apple invade o quintal do Windows com um browser rápido, minimalista e que dá ao usuários de PCs o gostinho de experimentar as vantagens de um Mac.

 

Resultado da Pesquisa sobre Mac Users

No último dia 16 lancei uma pesquisa para conhecer o perfil dos usuários de Macintosh no Brasil. A intenção dessa pesquisa, além do óbvio, é servir de background para o lançamento de um novo serviço sobre Macs no Brasil.

Para a divulgação da pesquisa, convoquei usuários de vários fóruns, comunidades no orkut e pedi a vários blogueiros e vários sites uma nota sobre a pesquisa. Assim, depois de um tempo, 490 pessoas responderam as 14 questões do questionário.

Obrigado a todo mundo que respondeu a pesquisa.
Os resultados surpreenderam. Vamos lá.

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MacBurrice da semana

Spoilers: esse post contém spoilers sobre o que fazer para várias aplicações do seu Mac, como Office e diversos softwares da Macromedia parem de funcionar.

Semana passada instalei o Monolingual. O Monolingual é um aplicativo que promete economizar gigabytes do disco rígido do seu Mac eliminando arquivos de localização não usadas (como arquivos de ajuda em Esperanto), arquivos de configuração de layouts de teclado e arquiteturas não usadas. O perigo mora é nesse último item.

Se você tem, por exemplo, um MacBook (assim como eu), não faz sentido manter no sistema arquiteturas PowerPC G5, PowerPC 64-bit e Intel 64-bit. Acontece que removi, além dessas arquiteturas, as arquiteturas PowerPC, PowerPC G3, PowerPC G4, PowerPC G4+, enfim, todas arquiteturas PowerPC. Conclusão: aplicativos que precisam do Rosetta para serem executados não funcionam mais. Isso inclui a família do Office e vários programas da finada Macromedia, como o Flash 8, Dreamweaver 8 e Fireworks 8. Solução: reinstalação urgh!

 

Pesquisa sobre Mac Users

Lancei uma pesquisa para conhecer o perfil do Mac User brasileiro. Isso tudo é para aquele projeto 2.0 que estou trabalhando que fala de Macintoshs. Responder é rápido, são apenas 14 questões e o resultado da pesquisa será divulgada aqui no site.

[upgrade 19/05] Obrigado a todo mundo que está votando. E obrigado ao Caparica, ao MacMagazine e ao AppleMania.info que estão divulgando a pesquisa :)

[upgrade 24/05] 469 pessoas já responderam a pesquisa. E ainda dá tempo de responder!

P.S.: Essa é, de quebra, a primeira aplicação em Rails minha que está no ar e vai servir de pré-análise dos serviços da Dreamhost (que muitos temem não ser boa para RoR).

 

Crítica ao controle remoto

Apple Remote Pego o controle da TV e vejo uma infinidade de botões. Não consigo entender o por que de tantos deles. Botões para mudar o perfil da TV (otimizada para filme, show, esportes), botões com teclas numéricas, botões aqui, botões ali, botões acolá. As coisas seriam bem mais simples se as TVs tivessem um menu, algo parecido com o Frontrow. E para substituir os cruéis controles-remoto, algo parecido com o Apple Remote. É, alguém vai precisar promover uma revolução. E será televisionada.

 

Ruby on Rails on Mac OS X

[Estou de fato sumido do blog. Mudei para Piumhi Harbor e fiquei com computador somente na primeira semana. Meu iBook teve problemas e fiquei quase um mês esperando. Enfim, computador novo, finalmente posso brincar com Ruby on Rails. Inclusive já estou começando a trabalhar em um projeto comercial com o uso desse framework.]

Enfim, estou escrevendo esse post para falar das formas de instalação do Ruby on Rails no Mac OS X. Vale lembrar que a próxima do Mac OS, Leopard, virá com Rails já instalado, mas enquanto o felino não chega, temos um trabalhinho extra.

A forma menos trabalhosa de se ter Rails no Tiger é através do Locomotive, que é um pacote all-in-one. Instalação simplificada, basta arrastar a pasta do programa para a Applications’ folder e pronto!

A forma mais disseminada é através desse artigo de Dan Benjamin. A instalação é toda feita manualmente e compila os vários itens necessários para o funcionamento do framework. Vale lembrar que para essa instalação é necessário ter o Xcode instalado na máquina. Para quem não sabe, Xcode é um ambiente completo de desenvolvimento da própria Apple. Ele sempre vem em CD ou DVD nos computadores da Apple, mas quem não tem pode puxar os 924MB do site de desenvolvedores da Apple.

Outra forma que vi é ter RoR junto ao Apache.

E por último tem um pacote não tão conhecido chamado WebServerXKit, que reúne Apache, MySQL, PHP, PostgreSQL e… RoR!

Mais informações sobre instalações no Mac e em outros sistemas podem ser vistas no wiki do site oficial.

 

Mac World chegando. Façam suas apostas

Apple

Mac World chegando e com ela vem os boatos sobre o que está por vir. Vamos lá:
1) iPods novos: quem sabe até um modelo touch screen? O lançamento da 7ª geração do player na feira cairia bem
2) iPhone, iMobile ou simplesmente telefone da Apple
3) MacPro com 8(!) processadores
4) iTV, o “Media Center da Apple”
5) Leopard, lançamento do novo Mac OS. Se não lançamento, pelo menos apresentação de novos features, como a Time Machine
6) iLife 07: uma possível inserção de um software de planilhas eletrônicas e melhorias no Keynote

Além de tudo isso poderiam vir outros lançamentos, como novos monitores e novos notebooks de 12′ (quem sabe um MacBook Pro de 12′).

Especulações em torno da Apple sempre surgiram e agora basta esperar dia 9 de janeiro. Quem viver verá!

 

Widgets para seu Dashboard

Um dos recursos mais espetaculares do Mac OS é o Dashboard, que são pequenos widgets em seu Desktop. Estou postando alguns dos meus favoritos:

1) Widgetterm: Exibe um terminal sem precisar abrir o aplicativo Terminal.
2) FTP Uploader: widget para enviar arquivos de forma rápida.
3) SeeSS: documentação do CSS.
4) Bloglines Notifier: verifica feeds não lidos de uma conta do Bloglines.
5) Flidget: envio rápido de fotos para o Flickr.
6) Mine Sweeper: campo minado
7) Classic Memory: jogo da Memória, com icones do Mac OS 9.

Para achar widgets:
Dashboards pela Apple e DashboardWidgets.

 

MacStuff

Lançado Creammonkey, uma forma de trabalhar com os scripts do Greasemonkey no Safari. Particularmente, prefiro o Safari com browser default no Macintosh.

Para quem não tem ainda, vale a pena a instalação do Google Notifier. Ele notifica eventos do Google Calendar e novas mensagens no Gmail.

Outro programa que vale o download é o HimmelBar, que funciona como que um menu Iniciar. Ele lista todas aplicações da sua pasta “Applications”. Bem útil para quem tem muitos programas mas não quer encher o dock. Ele faz uma linha parecida com o Todos.

 

Trabalhando com imagens no Mac

Muitas vezes você não precisa de um editor de imagens pesado como o Photoshop para fazer pequenos trabalhos. Então, falo de três soluções para trabalhar com imagens no Mac.

O primeiro software é o DroPic. Não faz nada de tão especial, só redimenciona imagens para 4 formatos (Pequeno, Médio, Grande e Extra Grande). Como tudo no Mac, é superfácil de usar. E bem didático.

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