22 de Novembro de 2009
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Internacionalização em labels

Desenvolvendo uma aplicação onde apliquei os recurso de internacionalização do Rails, percebi que o framework não traduz os valores dos labels para a tradução do atributo.

Para corrigir isso, existem duas formas: um plugin chamado i18n_label ou uma gambiarra um recurso técnico avançado adaptado a condições tecnológicas precárias em um determinado momento:

Cole o código acima em um arquivo da pasta ‘lib’, por exemplo e o inclua com require no environment.rb.

Rails e cia no Snow Leopard

Fiz uma instalação nova do Snow Leopard no meu MacBook e ao migrar os dados do Time Machine, do Leopard, algumas coisas pararam de funcionar. Resolvi então escrever para complementar meu post anterior sobre o assunto.

Xcode

ANTES DE MAIS NADA, instalei o Xcode. Ele está junto no DVD do Snow Leopard, na pasta de Instalações Opcionais.

Rails

O Snow Leopard já vem com duas versões do Rails já instaladas: 2.2.2 e 1.13.6. Caso queira atualizar seu ambiente:
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O que é Ruby on Rails?

A essa altura do campeonato todo mundo já deve saber o que vem a ser o framework Ruby on Rails. Minha monografia e meu trabalho de conclusão de curso da Faculdade foram sobre o autosimulado. Na monografia fiz uma introdução sobre as características do framework, reproduzido abaixo:

Ruby on Rails

O framework Ruby on Rails foi extraído de um sistema para gerenciamento de projetos chamado Basecamp. A primeira versão do framework foi oficialmente lançada em 25 de Julho de 2004 e seu desenvolvimento conta com colaboradores em todo o mundo liderados pelo programador dinamarquês David Heinemeier Hansson.

MVC

Um padrão de projeto descreve e provê uma solução para um problema freqüente, sendo genérico e reusável. São criados a partir de problemas de problemas comuns enfrentados no desenvolvimento de projetos de software.
A criação de componentes reutilizáveis é uma das técnicas mais exploradas em Engenharia de Software. O uso de componentes diminui o tempo de desenvolvimento e a taxa de erros de codificação. Um padrão pode ser entendido como a abstração de detalhes sobre a implementação de um software.

MVC

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O que é Ruby?

A essa altura do campeonato todo mundo já deve saber o que vem a ser a linguagem Ruby. Minha monografia e meu trabalho de conclusão de curso da Faculdade foram sobre o autosimulado. Na monografia fiz uma introdução sobre as características da linguagem Ruby, reproduzido abaixo:

Ruby

A linguagem Ruby foi criada em 1993 pelo japonês Yukihiro “Matz” Matsumoto, com sua primeira versão pública lançada em 1995. Para Matz, o primeiro desejo é de Ruby tornar os programadores felizes, reduzindo o trabalho manual que precisasse ser feito. Segundo ele, o desenvolvimento de sistemas deveria enfatizar as necessidades do homem e não da máquina:

Muitas pessoas, especialmente engenheiros de computação, focam nas máquinas. Eles pensam, “Fazendo isso, a máquina será mais rápida. Fazendo isso, a máquina será mais eficiente. Fazendo isso, a máquina irá fazer determinada coisa melhor”. Eles estão focando nas máquinas. Mas de fato nós precisamos focar nos humanos, em como os humanos lidam com programação ou operação das aplicações das máquinas. Nós somos os mestres. Elas são as escravas. (VENNERS, 2003).

Ruby é uma linguagem orientada a objetos, ou seja, qualquer variável é um objeto, mesmo classes e tipos que em muitas linguagens são designadas como primitivos. Por exemplo:

putz "meu exemplo".upcase # imprimirá MEU EXEMPLO

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8 de Novembro de 2009
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O que as redes sociais podem fazer por sua empresa

Geisy Villa Nova Arruda era apenas uma estudante de turismo que cometeu o erro de ir na faculdade com um vestido curto. Humilhada pelos seus colegas - que nunca devem ter visto um par de pernas na vida - a aluna ganhou a cena dos programas de TV e das redes sociais devido a repercursão do caso, que foi espalhado nacional por vídeos do Youtube e mensagens do Twitter.unitaleban

Já não bastasse a situação bizarra do julgamento da moral da estudante, a Uniban - faculdade onde aconteceu o incidente - conseguiu piorar ainda mais a situação: em nota emitida hoje, a universidade anunciou que irá suspender Geicy do curso.

Segundo a universidade, a aluna teve uma atitude provocativa, o que resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar. Desse modo, deve-se desligar a estudante em razão do flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade e à moralidade. Além disso, a Uniban registra na nota o entranho "comportamento da mídia que mais, uma vez mais, perde a oportunidade de contribuir para um debate série e equilibrado sobre temas fundamentais como ética, juventude e universidade".

Agora, para que debate se a instituição já "resolveu tudo" expulsando a aluna? O que a universidade espera? Defender os bons costumes do Brasil politicamente correto? Possivelmente a moça deverá ganhar rios de dinheiro da Uniban na justiça, devido a discriminação sofrida.

O desfecho do caso só prejudica mais essa universidade, que já ganhou trocadilhos como Unitaliban e Unibandidos nas redes sociais. Depois dessa falha épica, espalhada principalmente pelas redes sociais, sua imagem será somente associada a ditadura, quando não for lembrada pelo seu péssimo desempenho do ENADE, com 11 cursos com nota 2.

As redes sociais refletem a indignação das pessoas no caso da estudante. A postura da Uniban provocou ainda mais revolta nos usuários desse serviço, que mesmo sem conhecer a moça, ou a universidade, possuem certeza da hipocrisia da instituição.

7 de Novembro de 2009
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A diferença está nos detalhes

Minha namorada me pediu dias atrás para instalar o Windows Live Messenger. Quando ela abre o MSN na versão antiga, aparece um alert pedindo o upgrade de versão. Ao você clicar no botão de atualizar é encaminhado para uma página e ao selecionar o arquivo para download... página não encontrada.
Procurei no Google onde baixar uma versão standalone para ela e não encontrei. Devo ser burro. Em contra-partida, a instalação do Microsoft Messenger - que no Mac não se chama Windows Live Messenger - é bem mais simples:

msn

A diferença está nos detalhes: como um mesmo software, feito pela mesma empresa, pode ser tão diferente?

3 de Novembro de 2009
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Como escrever bem

Considero pertinente a divulgação das dicas a seguir. Fica a dica

1. Vc. deve evitar abrev., etc.
2. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, segundo deve ser do conhecimento inexorável dos copidesques. Tal prática advém de esmero excessivo que beira o exibicionismo narcisístico.
3. Anule aliterações altamente abusivas.
4. "não esqueça das maiúsculas", como já dizia dona loreta, minha professora lá no colégio alexandre de gusmão, no ipiranga.
5. Evite lugares-comuns assim como o diabo foge da cruz.
7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
8. Chute o balde no emprego de gíria, mesmo que sejam maneiras, tá ligado?
9. Palavras de baixo calão podem transformar seu texto numa merda.
10. Nunca generalize: generalizar, em todas as situações, sempre é um erro.
11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
12. Não abuse das citações. Como costuma dizer meu amigo: "Quem cita os outros não tem idéias próprias".
13. Frases incompletas podem causar
14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez. Em outras palavras, não fique repetindo a mesma idéia.
15. Seja mais ou menos específico.
16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
17. Em escrevendo, não se esqueça de estar evitando o gerúndio.
18. A voz passiva deve ser evitada.
19. Use a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação
20. Quem precisa de perguntas retóricas?
21. Conforme recomenda a A.G.O.P., nunca use siglas desconhecidas.
22. Exagerar é cem bilhões de vezes pior do que a moderação.
23. Evite mesóclises. Repita comigo: "mesóclises: evitá-las-ei!"
24. Não abuse das exclamações! Nunca! Seu texto fica horrível!
25. Evite frases exageradamente longas, pois estas dificultam a compreensão da idéia contida nelas, e, concomitantemente, por conterem mais de uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-la em seus componentes diversos, de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língüa portuguêza.
27. Seja incisivo e coerente, ou não.

Autor desconhecido.

30 de Outubro de 2009
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Comedinha

Comedinha é um tumblelog que criei para reunir todos aqueles emails (não tão) engraçadinhos que chegam dos colegas de trabalho.

Ele funciona sobre o Posterous. O Posterous é um serviço de microblogging que permite o post por email. Assim, assim que recebo o email engraçadinho encaminho para post@posterous.com. Produtividade rocks ;)

15 de Outubro de 2009
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O ecossistema Rails

Escrevo esse artigo dentro do meu voo de São Paulo para Belo Horizonte. Passei 4 dias em São Paulo, participei do Rails Summit, bloguei ao vivo um resumo das palestras e vou expor meus comentários sobre o ecossistema Rails - ou se preferir, o gueto Rails.

Trilhos da oportunidade

Conheci durante o evento vários pessoas que só conhecia pelo Twitter. Muitas dessas pessoas possuem aplicativos web, outras desenvolvem no tempo livre por prazer (como eu), outras trabalham offshore. De tudo isso, a única coisa que possuo concluir é que de fato existe um trem da oportunidade. Existem vagas para bons programadores nesse mercado, o trabalho remoto É possível e É uma realidade. Globalização é um americano morar na Argentina e contratar um programador brasileiro no evento.

Maturidade da comunidade

Rails definitivamente é mais do que somente um framework para desenvolvimento de aplicações web. Rails é resultado de um trabalho coletivo e maduro de uma comunidade. No Brasil essa comunidade é formada de gente vinda de várias tecnologias (Java, PHP, Python, programação desktop) e que se identifica com um software de opinião, com metodologias agéis e com computadores de Cupertino.

Essa pluralidade de pessoas tornam um encontro como o Rails Summit rico não somente de potenciais técnicos, mas sim de potenciais humanos.

Programadores podem ser empreendedores

Existe muita programador com vontade de empreender. As apresentações do Vinícius são uma provocação para botar para fazer. Negócios na web são como aplicações. É necessário fazer, testar, refatorar e nesse sentido a troca de experiências no Rails Summit é inspiradora a sonhar e a agir. Com Rails, aplicações são feitas rapidamente e é dessa velocidade que o seu negócio precisa.

Conclusão

Rails não é só código, é um tag que pessoas de diferentes opiniões, experiências e lugares carregam. Nessa comunidade o foto não está nos comos e sim nos porques. Após o Rails Summit, só posso confirmar o quanto é único esse gueto.

14 de Outubro de 2009
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Rails Summit: resumo do segundo dia

Richard Kilmer: MacRuby

A primeira palestra do segundo dia trouxe o americano Richard Kilmer que falou sobre MacRuby, a união entre Ruby e Objective-C. Notas dos slides:

  • Problems with RubyCocoa: It's a bridge; 2 runtimes, 2 GC, different syntax
  • MacRuby 0.4: Objective-C 2 + Ruby 1.9
  • Every Ruby class is an Objective-C class
  • Every Ruby object is an Objective-C object
  • Every Ruby method is an Objective-C method
  • MacRuby é um pouco mais rápido do que Objective-C
  • MacRuby utiliza recursos de processamento paralelo do OS X
  • HotCocoa is an idiomatic Ruby API that simplifies the configuration and wiring together of Objetive-C/Cocoa classes - resumindo: simplifica a sintaxe e deixa algo mais 'Ruby Way'

imagem ilustrativa
Imagem ilustrativa

Nando Vieira: Ruby 1.9

O Nando falou do que há de novo no Ruby 1.9, tema inclusive de um PDF de sua série HOWTO. Sua apresentação, bem bonita, trouxe inúmeras notas sobre as mudanças da linguagem. Alguns pontos:
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